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Carnaval: dicas para curtir a farra em segurança

Distraídas pelo embalo das marchinhas e diversão, cada vez mais pessoas têm sido vítimas de golpes de criminosos



O Ministério do Turismo prevê que o Carnaval deve atrair quase 37 milhões de pessoas só em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal. Durante os dias de festa, é normal que os foliões se distraiam e estejam mais suscetíveis a golpes (sejam físicos ou digitais). De fato, levantamento realizado no Carnaval passado mostrou que, de cada dez entrevistados, dois (21%) afirmaram ter sido vítimas de alguma fraude ou sofreram algum transtorno durante a folia.

Dentre os principais problemas citados na pesquisa de 2019, estão  roubo ou furto de celulares (78%) e dinheiro (65%), bem como cartões de crédito ou débito (33%). Além disso, o levantamento também ressaltou que consumidores que tiveram documentos, cartão de banco ou cheques roubados, também sofreram alguma tentativa de fraude do uso de seu nome para saques em dinheiro, compras ou abertura de financiamentos e empréstimos (30%).

“Os golpes podem ser encontrados de diversas maneiras e utilizam diferentes ‘adereços’ para agradar ao público, permeando o mundo físico e o digital. O cuidado deve ser redobrado durante a folia, já que realizar pagamentos em grandes aglomerações pode ocasionar possíveis roubos de senha de cartões ou clonagem – e consequentemente o aparecimento de transações indesejadas”, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky.

Para aproveitar o Carnaval com tranquilidade e segurança, a Kaspersky preparou as seguintes dicas:
  • Não deixa a porta aberta! Infelizmente quase 20% dos brasileiros não bloqueiam o celular com senha ou digital. Caso o dispositivo seja roubado, o criminoso terá acesso a toda a vida digital da vítima: redes sociais, WhatsApp, banco, app de taxi e comida. Para ter uma camada a mais de proteção, também é recomendado instalar uma solução de segurança, como o Kaspersky Internet Security, que conta com funções de localização do dispositivo, bloqueio do aparelho e ainda permite apagar remotamente o conteúdo armazenado no dispositivo roubado.

  • Dupla autenticação. Caso tenha um celular roubado, lembre-se de acessar todas as suas aplicações para desconectar o serviço (WhatsApp, Facebook, Instagram etc.) do dispositivo – isso impedirá que o criminoso se passe por você. Com a verificação em dupla etapa ativada, também não será possível reconectar a conta, pois o ladrão são saberá seu código pessoal. Caso você use um app de geração de autenticação única (OTP), como o Google Authenticator, lembre-se de desativá-lo também.

  • Saiba qual é o IMEI do seu celular. O identificador global único é um número que pode ser consultado na caixa do celular ou no adesivo em sua bateria. De posse dele, o usuário consegue bloquear o aparelho ligando para a operadora, bem como registrar um boletim de ocorrência. Além disso, esse número também serve para que, caso o celular seja encontrado, a polícia possa devolvê-lo.

  • Será que tem Wi-Fi gratuito aqui? Caso queira ou precise utilizar um Wi-Fi público, tome cuidado e não utilize páginas web que pedem suas informações ou credenciais, como Facebook, Twitter, banco. Você não sabe como a página faz a transferência desses dados e, caso ela não esteja protegida, qualquer xereta conectado na mesma rede sem fio poderá roubar seu login e senha. Para garantir sua segurança, utilize uma Rede Privada Virtual (VPN), como o Kaspersky Internet Security.

  • Cuidados com o cartão. Se for curtir os blocos de Carnaval, dê preferência em utilizar o cartão de crédito em vez do de débito. Muitos cartões de crédito têm embutido no sistema uma proteção contra fraudes que reembolsa as vítimas caso algo de ruim aconteça. Além disso, ao efetuar a compra, preste atenção ao digitar a senha – tampe os números com sua mão livre e verifique se não há ninguém suspeito por perto tentando ver sua senha. Também nunca entregue seu cartão para outra pessoa, mesmo que ao utilizar a função pagamento por contato (NFC). Um criminoso experiente precisa menos de um minuto para obter as informações para cloná-lo – ou substituir por um cartão parecido com o seu.

  • Não use a USB para carregar seu celular. É normal ficar sem bateria ao fim do dia. Se você precisar carregar o dispositivo, leve um carregador portátil ou use a fonte de energia. A conexão via USB, além da função de carregamento, permite a transferência de dados e você nunca saberá se há algum dispositivo conectado do outro lado querendo roubar seus dados.


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